Número 17

Verão 2020

Editorial

Nesta publicação do número DEZASSETE da revista EP – Estudo Prévio, inauguramos um novo site, que responde a aspirações que já tínhamos há algum temo: uma melhor organização do seu conteúdo, uma atualização da experiência de quem a lê e ouve e também reunir as condições que nos permitam aspirar a mais e melhores indexações internacionais. Neste número, tivemos a oportunidade de juntar artigos que fazem parte de investigações em progresso e que nos permitem conhecer, com publicações originais, o que cada autor melhor conhece e os caminhos que está a percorrer. Contribuímos, assim, para a descoberta de melhor informação e de novos detalhes da história. Com o presente número, não deixamos também de dar continuidade ao projeto editorial, promovendo a partilha e reflexão sobre novo conhecimento, aprofundado pelos nossos contribuidores e convidados, através da palavra escrita, falada, e também de narrativas de imagens, cruzando investigações de diferentes localizações geográficas, profissionais e temáticas, em prol de uma maior abertura a novos territórios do conhecimento. É com esse objetivo que publicamos mais uma vez, para além dos habituais artigos e recensões, um ensaio visual e uma recensão de projeto. 2020 está, sem dúvida, a ser um ano de mudanças, e o futuro apresenta-se incerto. É, por isso, com redobrada satisfação e esperança que operamos estas mudanças, para que em 2021 possamos celebrar o 10º aniversário da revista com novos projetos. Até breve!

Entrevista

RICARDO BAK GORDON

“A poética do espaço” (La Poétique de l’Espace) é um livro de 1958, escrito pelo filósofo e poeta Francês Gaston Bachelard (1884-1962), que reflete sobre a importância e o impacto do espaço do habitar no ser humano…

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Artigos

Recensões

Número 16

Inverno 2019

Editorial

Com o número #DEZASSEIS da revista Estudo Prévio, damos continuidade ao novo ciclo que, sem abandonar as características do projeto editorial – situado na academia, promovendo reflexão e partilha de conhecimento através da palavra dita e escrita, cruzando saberes e investigações de diferentes localizações geográficas e profissionais – pretende alargar o âmbito das colaborações já estabelecidas pela revista, desta vez tivemos a oportunidade de entrevistar o arquitecto Giorgio Santagostino e recebemos vários artigos que abordam territórios portuários e apontam para problemas e potencialidades destes mesmos territórios, agora de um ponto de vista urbano. Para encerrar, o presente número #DEZASSEIS ainda incluí uma recensão critica do livro de Le Corbusier – Aircraft e, aproveitando o lançamento do livro do DAUAL+CEACTUAL acabamos este número com uma recensão/celebração sobre o livro – Fazer uma escola – To build a school Da/Ual20.

Entrevista

GIORGIO SANTAGOSTINO

Fiz o curso no Politécnico de Milão, que, na altura, era uma escola com quase catorze mil inscritos, não havia frequência obrigatória…

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Artigos

Teses

Recensões

Número 15

Verão 2019

Editorial

Neste número #QUINZE publicamos uma série de artigos, em forma de Dossier Temático, que abordam estratégias de intervenção na e com a comunidade através de processos artísticos. Os textos que aqui publicamos são uma transposição para o formato de artigo científico de apresentações orais realizadas no âmbito da conferência internacional “Art, Materiality and Representation” organizada pela Royal Anthropological Institute em colaboração com o British Museum e o Departamento de Antropologia do SOAS em Londres. Em paralelo, mesmo antes de fazer uma conferência no Departamento de Arquitetura da UAL, convidámos o arquiteto Pere Buil para uma entrevista, onde partilhamos um pouco do seu percurso académico e profissional – dando, desta forma, continuidade à nova linha editorial que procura conteúdos em territórios contíguos à Arquitetura e à UAL. Para encerrar, o presente número #QUINZE ainda incluí uma recensão critica do livro Colonial Modern. Aesthetics of the past – Rebellions for the future, feita pelo arquitecto-investigador Paulo Moreira.

Entrevista

PERE BUIL

Estudei na Universidade Politécnica, em Barcelona. Durante o percurso académico não fui um grande estudante. Estava sempre envolvido noutras coisas…

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Artigos

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Número 14

Inverno 2018

Editorial

Com o número #CATORZE da revista Estudo Prévio, através da entrevista a um dos professores de projeto da UAL, mantemos a opção de acrescentar valor ao projeto editorial inicial – situado na academia, promovendo reflexão e partilha de conhecimento através da palavra dita e escrita, cruzando saberes e investigações de diferentes localizações geográficas e profissionais – alargando o âmbito das colaborações já estabelecidas pela revista ao longo dos últimos 6 anos.

No mesmo sentido, retomamos o número com um tema definido, desta vez o território da Ilha da Madeira, como linha condutora que serve de mote para flutuações entre a palavra dita, o texto académico, a recensão e o ensaio visual. Contámos para compilar este número com a entrevista ao arquiteto/professor Rui Mendes, o ensaio visual do arquiteto/fotógrafo Duarte Belo, um artigo mais extenso sobre o Ordenamento do Território na Madeira do arquiteto Roberto Rodrigues e por fim uma recensão, não de um livro mas de um plano, da autoria de Gerbert Verheij.

Alguns destes contributos, embora não completamente inovadores, procuram abordagens diferenciadoras, resultado de olhares que, cremos, contribuem de forma decisiva para alargar o atual pensamento face às problemáticas territoriais contemporâneas, que se complexificaram nas últimas décadas.

Entrevista

RUI MENDES

O percurso académico foi feito na Universidade Lusíada em Lisboa, no início dos anos 90, e foi um curso, assim visto em retrospetiva, bastante confuso…

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Número 13

Verão 2018

Editorial

Neste número, publicamos a componente teórica de três dissertações de mestrado realizadas no Departamento de Arquitetura da Autónoma. Selecionados pela sua qualidade e originalidade, estes contributos ilustram de que forma a investigação pode informar e ser uma componente essencial do projeto de alunos que completam a sua formação em arquitetura.

Entrevista

MARUSA ZOREC

I studied at Ljubljana’s Faculty of Architecture in the eighties. The school was still quite academic and severe, although it was considered more an “academia” than a technical school…

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Número 12

Inverno 2017

Editorial

Com o número #DOZE da revista Estudo Prévio, encerramos o projeto editorial inicial – situado na academia, promovendo reflexão e partilha de conhecimento através da palavra dita e escrita, cruzando saberes e investigações de diferentes localizações geográficas e profissionais – alargando o âmbito das colaborações já estabelecidas pela revista ao longo dos últimos 7 anos.

Num momento em que o debate em torno da investigação científica ganha contornos novos – nomeadamente face às inúmeras exigências de indexação, associadas a uma certa normalização da transmissão do saber -, e em que a definição do papel da investigação na arquitetura se intensifica, consideramos fundamental apostar em eixos temáticos inovadores e em abordagens heterogéneas dos vários saberes que concorrem para o pensamento sobre cidade e arquitetura. O facto de a estudoprévio estar ligada a uma escola de arquitetura com uma forte tradição projetual convida-nos a publicar experiências práticas, que possam contribuir para uma construção teórica mais alargada. Contudo, não podemos também abandonar abordagens mais convencionais, resultantes de décadas de produção de pensamento científico.

Entrevista

JOÃO CARRILHO DA GRAÇA

No quarto ano, a primeira vez que fui à escola foi no dia 25 de abril! De 1974, o dia da revolução! A partir daí as coisas mudaram, formámos uma comissão de alunos e fizemos uma lista de professores-arquitetos…

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Número 11

Verão 2017

Editorial

Com o número #ONZE da revista Estudo Prévio, damos continuidade ao projeto editorial inicial – situado na academia, promovendo reflexão e partilha de conhecimento através da palavra dita e escrita, cruzando saberes e investigações de diferentes localizações geográficas e profissionais – alargando o âmbito das colaborações já estabelecidas pela revista ao longo dos últimos 6 anos.

Num momento em que o debate em torno da investigação científica ganha contornos novos – nomeadamente face às inúmeras exigências de indexação, associadas a uma certa normalização da transmissão do saber -, e em que a definição do papel da investigação na arquitetura se intensifica, consideramos fundamental apostar em eixos temáticos inovadores e em abordagens heterogéneas dos vários saberes que concorrem para o pensamento sobre cidade e arquitetura. O facto de a estudoprévio estar ligada a uma escola de arquitetura com uma forte tradição projetual convida-nos a publicar experiências práticas, que possam contribuir para uma construção teórica mais alargada. Contudo, não podemos também abandonar abordagens mais convencionais, resultantes de décadas de produção de pensamento científico.

Neste sentido, compusemos um número heterogéneo, começando com uma entrevista ao arquiteto paisagista João Gomes da Silva, também professor na UAL, e alargámos o espetro das temáticas abordadas, com um conjunto de artigos sobre a cidade de Lisboa, e outros tantos baseados em teses universitárias, sobre temas diferenciados como a arquitetura recente na Turquia ou a coluna como elemento arquitetónico. Também pudemos contar com duas recensões críticas sobre livros que incidem sobre a cidade de Lisboa: “A internacionalização de Lisboa – paradiplomacia de uma cidade” e um clássico, “O livro de Lisboa”, o que faz deste número um reflexo do interesse crescente pela cidade que habitamos, num momento específico do seu crescimento social, turístico e económico.

Entrevista

JOÃO GOMES DA SILVA

Estudei arquitetura paisagista. Licenciei-me na Universidade de Évora. Durante o liceu estava muito interessado em estudar a floresta, estava na área de ciências…

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Teses

Recensões

Número 10

Inverno 2016

Editorial

Com o número #DEZ da revista Estudo Prévio, damos continuidade a um novo ciclo que, sem abandonar as características do projeto editorial – situado na academia, promovendo reflexão e partilha de conhecimento através da palavra dita e escrita, cruzando saberes e investigações de diferentes localizações geográficas e profissionais – pretende alargar o âmbito das colaborações já estabelecidas pela revista.

Num momento em que o debate em torno da investigação científica ganha contornos novos – nomeadamente face às inúmeras exigências de indexação, associadas a uma certa normalização da transmissão do saber -, e em que a definição do papel da investigação na arquitetura se intensifica, consideramos fundamental apostar em eixos temáticos inovadores e em abordagens heterogéneas dos vários saberes que concorrem para o pensamento sobre cidade e arquitetura. O facto de a estudoprévio estar ligada a uma escola de arquitetura com uma forte tradição projetual convida-nos a publicar experiências práticas, que possam contribuir para uma construção teórica mais alargada. Contudo, não podemos também abandonar abordagens mais convencionais, resultantes de décadas de produção de pensamento científico.

Neste sentido, convidámos para esta publicação a professora catedrática Ana Tostões, e desafiámo-la a coordenar e organizar um dossier temático, com abordagens diversificadas de um mesmo tema / problema. Tivemos o orgulho de aceitar fazer um número da Estudo Prévio dedicado ao arquiteto Nuno Teotónio Pereira, compondo, através de vários testemunhos em discurso direto, um dossier in memoriam. Também pudemos contar com a divulgação de um livro de Nuno Teotónio Pereira, lançado recentemente pela Câmara de Lisboa, por Rita Megre. Publicamos ainda uma recensão crítica do livro City and Port de Han Meyer, por André Fernandes. Por fim, a entrevista deste número foi realizada ao arquiteto Telmo Cruz.

Entrevista

TELMO CRUZ

Desde que me lembro, sempre quis ser arquiteto. Venho de uma terra pequena, Seia, e a primeira memória que tenho é de estar no meu quarto – tínhamos uma televisão pequenina e eu ia para lá ver o Canal 2…

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Número 09

Verão 2016

Editorial

Com o número #NOVE da revista Estudo Prévio, damos continuidade a um novo ciclo que, sem abandonar as características do projeto editorial – situado na academia, promovendo reflexão e partilha de conhecimento através da palavra dita e escrita, cruzando saberes e investigações de diferentes localizações geográficas e profissionais – pretende alargar o âmbito das colaborações já estabelecidas pela revista.

Num momento em que o debate em torno da investigação científica ganha contornos novos – nomeadamente face às inúmeras exigências de indexação, associadas a uma certa normalização da transmissão do saber -, e em que a definição do papel da investigação na arquitetura se intensifica, consideramos fundamental apostar em eixos temáticos inovadores e em abordagens heterogéneas dos vários saberes que concorrem para o pensamento sobre cidade e arquitetura. O facto de a estudoprévio estar ligada a uma escola de arquitetura com uma forte tradição projetual convida-nos a publicar experiências práticas, que possam contribuir para uma construção teórica mais alargada. Contudo, não podemos também abandonar abordagens mais convencionais, resultantes de décadas de produção de pensamento científico.

Neste sentido, convidámos para esta publicação, o arquitecto e professor Paulo Tormenta Pinto, e desafiámo-lo a coordenar e organizar um dossier temático, com abordagens diversificadas de um mesmo tema / problema. O tema constituí em si uma nova abordagem à arquitectura feita a Sul – Dossier “Construir no Sul – Laboratório para os fundamentos da arquitectura portuguesa contemporânea”, e reúne um conjunto de autores e estudos com o qual cremos estar envolvidos num passo importante na divulgação de investigação relacionada com este tema, uma aboradagem de pesquisa inovadora e pertinente, mas ainda pouco explorada e publicada. Este número inclui ainda três artigos, em resposta ao nosso convite direto, após termos assistido a esta série de conferências, dedicado à produção arquitectónica do hemisfério Sul – de autores essenciais sobre estes temas como Ana Tostões e Ana Magalhães.

Entrevista

PEDRO REIS

Eu cresci numa casa muito grande, que era uma casa muito bonita, em Silves, no Algarve. Tinha sido desenhada por uma arquiteta, claramente influenciada pelo Raul Lino, era uma casa muito bonita, uma casa especial…

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Dossier — Construir o Sul

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Número 08

Inverno 2015

Editorial

Com o número #OITO da revista Estudo Prévio, iniciamos um novo ciclo que, sem abandonar as características do projeto editorial – situado na academia, promovendo reflexão e partilha de conhecimento através da palavra dita e escrita, cruzando saberes e investigações de diferentes localizações geográficas e profissionais – pretende alargar o âmbito das colaborações já estabelecidas pela revista.

Num momento em que o debate em torno da investigação científica ganha contornos novos – nomeadamente face às inúmeras exigências de indexação, associadas a uma certa normalização da transmissão do saber -, e em que a definição do papel da investigação na arquitetura se intensifica, consideramos fundamental apostar em eixos temáticos inovadores e em abordagens heterogéneas dos vários saberes que concorrem para o pensamento sobre cidade e arquitetura. O facto de a estudoprévio estar ligada a uma escola de arquitetura com uma forte tradição projetual convida-nos a publicar experiências práticas, que possam contribuir para uma construção teórica mais alargada. Contudo, não podemos também abandonar abordagens mais convencionais, resultantes de décadas de produção de pensamento científico.

Neste sentido, convidámos – para os próximos números – autores com trabalho relevante na investigação ligada à cidade, à arquitetura e ao território. Estes editores são convidados a coordenar e organizar um dossier temático, com abordagens diversificadas de um mesmo tema / problema. Com primeira convidada, a antropóloga Maria Assunção Gato, especialista em investigação sobre a casa e a antropologia do espaço, que coordena o dossier “Etnografias da casa, valores e formas de habitar”, reunimos um conjunto de autores e estudos com o qual cremos ter dado um passo importante na divulgação de investigação relacionada com a casa, uma área de pesquisa fundamental e abrangente, mas ainda pouco explorada e publicada. Este número inclui ainda dois artigos, em resposta ao nosso convite aberto de submissões de artigos, um dedicado ao contributo das tecnologias de informação geográfica para o ordenamento do território (Susana Brito e Teresa Santos) e outro à investigação em projeto de arquitetura (Joana Vilhena).

Entrevista

JOÃO SANTA-RITA

Eu ainda faço parte do grupo formado na Escola de Belas-Artes de Lisboa, do primeiro grupo expressivo de Lisboa, que no final dos anos setenta, iniciou o curso na Escola do Porto…

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Dossier — Casas

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Número 07

Verão 2015

Editorial

Com o número #SETE da revista Estudo Prévio, completamos quatro anos de publicação, contando com oito edições, desde o número #ZERO ao atual número #SETE. Iniciámos em 2011, com a ambição de criar um projeto editorial situado na academia, que promovesse a reflexão e partilha de conhecimento através da palavra dita e escrita, cruzando saberes e investigações de diferentes localizações geográficas e profissionais.

Num momento em que a investigação em Arquitetura ainda se encontra em aberto e, inclusive, em questão, quisemos desde cedo cruzar temas que abordassem questões contemporâneas e recorrentes na profissão, desde a Crise e a Arquitetura Participada até aos Subúrbios e os Bairros. No presente número publicamos uma entrevista ao arquiteto Ricardo Carvalho, atual Diretor do Departamento de Arquitetura da Universidade Autónoma de Lisboa, um artigo na área do Direito, abrindo o leque a colaborações interdisciplinares, um artigo de investigação teórica sobre arquitetura e um dossier de três teses de mestrado, procurando divulgar a investigação de qualidade que se faz nas universidades, neste caso na UAL e no ISCTE.

Através das entrevistas fizemos um levantamento dos percursos académicos e profissionais de arquitetos reconhecidos internacionalmente, que cruzam a prática com a academia e, nalguns casos, com a investigação e publicação/divulgação da Arquitetura. Também divulgámos livros que são referências incontornáveis nos ateliers e nas universidades e apresentámos outros mais recentes, que também se tornaram importantes para uma reflexão sobre os vários territórios da arquitetura e do saber. A aposta numa revista bilingue e na qualidade da imagem foi assumida pela universidade, desde o início do projeto, como uma característica importante para a disseminação dos conteúdos produzidos, atingindo quarenta mil leitores ao longo destes quatro anos.

Neste momento, cabe-nos agradecer a todos, os contributos recebidos até hoje e as inúmeras colaborações que nos motivaram a continuar ao longo destes últimos quatro anos. Obrigado.

Entrevista

RICARDO CARVALHO

Entrei numa escola completamente à deriva onde dominava uma absoluta ausência de debate acerca dos temas de arquitetura (ou de outros quaisquer). Isso fez com que os meus colegas e eu tivéssemos de procurar, fora da escola, o que significava aprender a pensar e fazer Arquitetura…

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Artigos

Dossier — Teses

Recensões

Número 05 / 06

Inverno 2014

Editorial

Architecturology (Caroline Lecourtois, 2014)Research-by-design (Johan De Walsche, 2014), Action research (Johan De Walsche, 2014) , Research based design (Jorgen Hauberg, 2014), Practice based research, Research trough Architecture, Research in Architecture (João Menezes Sequeira, 2014) foram conceitos expostos e debatidos na 3ª Conferência Internacional sobre Arquitectura e Investigação com o tema Investigação sobre Arquitectura/Investigação em Arquitectura (Labart – Laboratorio de Arquitectura do Centro de Estudos da Universidade Lusófona – Abril de 2011) e espelham com alguma clareza os diferentes tipos de abordagem à investigação em arquitetura que, actualmente, são debatidos no meio académico e profissional.

Os arquitectos entrevistados nos vários números da estudoprevio responderam com determinação que a prática profissional em que estão envolvidos – realização de projectos de arquitectura, da análise territorial até à concretização da obra, passando por todos os processos de pesquisa e seleção de metodologias construtivas e dos respectivos materiais – é em si mesma um método válido de investigação porque segue o procedimento normal de qualquer outro tipo de investigação: Tese, Antítese e Síntese. Partindo de um conjunto de pressupostos, constroem-se novas questões que são adoptada, rejeitadas e resolvidas numa obra fechada e partilhável.

A problemática levantada pelas recentes teses doutorais em Investigação através da Arquitectura (Research trough Architecture) centra-se na sua validade como objecto de estudo, principalmente quando os arquitectos/investigadores escolhem trabalhar sobre a sua própria produção arquitectónica. De certa forma, esta nova vertente doutoral obriga a uma maior abertura sobre os temas validados pela academia já que, até muito recentemente, apenas se fazia investigação sobre História da Arquitectura (monografias e historiografias temáticas), Urbanismo ou a Técnica em Arquitectura (métodos construtivos e elementos constitutivos).

Por outro lado, a crescente necessidade de cruzamento de saberes de várias disciplinas (presente em muitos dos projetos e coletivos dos últimos anos) parece tornar incontornáveis abordagens distintas das anteriores, na medida em que o resultado é cada mais uma síntese inovadora de vários saberes e não uma soma cumulativa dos mesmos.

O dossier que publicamos neste número são artigos resultantes das comunicações apresentadas na conferência internacional Espaço Público. O Lugar da Praça na Cidade Contemporânea, organizada pelo DA/ UAL, em parceria com o ISCTE e o apoio da Ordem dos Arquitetos, em 13 e 14 de Janeiro de 2012.

Entrevista

MANUEL AIRES MATEUS + FRANCISCO AIRES MATEUS

Nós formámo-nos na Faculdade de Arquitetura num tempo difícil da faculdade, naquele momento da grande vaga dos pós-modernistas em Portugal. Eu, na altura, estava a trabalhar no atelier do arquiteto Gonçalo Byrne…

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Dossier — Espaço Público

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Número 04

Verão 2014

Editorial

Enquanto tema de investigação, o Bairro continua a ser um objeto urbano que acompanha a história da cidade e se conserva vivo no quotidiano e no imaginário colectivo dos seus habitantes, para além das alterações físicas e funcionais que vão ocorrendo.

O debate em torno do Bairro enquanto espaço de proximidade, de identidade e de promoção de práticas arquitetónicas, sociais e culturais ressurgiu nas últimas décadas, um pouco em contraciclo face às dinâmicas de mudança que caracterizam as cidades contemporâneas do mundo globalizado. Este ressurgimento parece ligar-se ao objectivo de preservar algo que a cidade terá de mais particular e específico em termos da sua identidade cultural e patrimonial. Para responder a este e a outros objectivos que vão surgindo multiplicam-se os movimentos locais, os agentes sociais, as acções e os projectos, tanto de natureza pública como privada.

Neste cenário parece ganhar cada vez mais sentido falar de Bairro no atual mapa das grandes cidades, onde – talvez paradoxalmente – a residência, o trabalho, o consumo e o lazer se localizam a vários quilómetros de distância e exigem deslocações motorizadas. Como tal justifica-se, por um lado, registar e divulgar aquilo que está a acontecer de mais significativo à escala local e, por outro, procurar analisar tendências e fenómenos para os enquadrar numa teoria mais vasta de estudos urbanos, com o objetivo de suportar o debate e as intervenções na cidade contemporânea. Colocam-se várias questões: a renovação da ideia de Bairro é uma necessidade urbana contemporânea? A importância e a disponibilização de fundos municipais para intervenções em Bairros dentro da cidade está ligada ao ressurgimento do debate em torno do Bairro? Estarão estas intervenções a sublinhar autenticidades locais ou a recriar Bairros glocais (globais+locais)?

O dossier que publicamos neste número resulta de um projeto de investigação que procurou cruzar vários saberes, em torno da temática do bairro, na Lisboa contemporânea. Partindo de trabalhos já existentes para uma abordagem que procura aprofundar o próprio conceito e os seus múltiplos significados e as correspondentes espacializações.

Entrevista

NUNO MATEUS

Frequentei a Faculdade de Arquitetura mas o meu curso foi um curso de Belas-Artes, feito na antiga escola no Convento de São Francisco. Era um espaço marcante, muito interessante nos corredores longos e largos e não tão interessante nas salas de aulas…

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Dossier — Bairros

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Número 03

Inverno 2013

Editorial

Villa Rotonda, Villa Savoye, casa Farnsworth, casa Malaparte, casa Rietveld Schröder ,  são nomes de casas tão conhecidas como qualquer museu internacional. O projeto de uma casa sempre foi, para o arquiteto, um espaço de investigação e de liberdade no campo da exploração de novos espaços e novas correlações entre eles, de novas organizações programáticas, de novos materiais e novas maneiras de construir o Habitar.

O Habitar está intimamente ligado aos primórdios da arquitetura e a casa sempre representou a possibilidade de trabalhar um programa que questiona todos os valores gerais da disciplina assim como as mais minuciosas problemáticas que cada pessoa valoriza no seu bem-estar quotidiano.

Trabalhos de levantamento e investigação como o Inquérito à Arquitetura Popular ou os estudos sobre a Habitação Social levados a cabo pelo LNEC com a coordenação do arquiteto Nuno Portas ou, internacionalmente, estudos realizados por autores como Engels, Alison e Peter Smithson sobre a habitação, vieram trazer à problemática do Habitar diversas atualizações das necessidades domésticas referenciadas a um determinado território, cultura e população especificas. Por outro lado, a divulgação global dessas mesmas investigações, assim como a massificação de um conhecimento generalista de todos os projetos realizados no mundo, e mesmo dos não-realizados, acrescentou uma proliferação de referências possíveis, propensa à utilização acrítica de colagens e influências transpostas para o projeto da casa. Em paralelo, e até paradoxalmente, assiste-se a um interesse crescente pelos materiais e técnicas locais e pela sua integração em obras contemporâneas.

Atualmente, vive-se numa época sem dogmas universais mas pode dizer-se que, em termos de projetos de casas, se observa uma moda de influência japonesa que pinta tudo de branco e liberta os espaços para usos híbridos, funcionalmente desagregados da realidade quotidiana. Por outro lado, com o crescente mercado de remodelações na “Europa da Crise”, assiste-se a uma inércia crítica que usa o mesmo imaginário para todos os projetos: soalho de madeira ou autonivelante cinza claro, paredes, tetos, cozinha e casa de banho brancos, 3 quartos, sala, cozinha, 2 ou 3 casas de banho…

Presentemente, a mobilidade e o impacto da globalização na vida contemporânea permitem aos indivíduos vivenciar, diretamente ou de forma mediada, experiências de Habitar diversas – ao contrário do que acontecia na sociedade tradicional. Neste contexto, levanta-se um conjunto de novas questões sobre temáticas antigas:

– Serão as casas contemporâneas adaptadas às novas formas/ritmos de vida?

– Estarão os arquitetos a desperdiçar oportunidades de repensar e fazer evoluir o Habitar?

– Que outros saberes e disciplinas estão a pensar o habitar? Que conclusões avançam? De que forma este conhecimento é absorvido e integrado na arquitetura?

– Estaremos todos a reduzir o nosso bem-estar para nos adaptarmos às casas existentes?

E, finalmente, que casa deve ser a casa contemporânea?

No presente número temos a oportunidade de publicar artigos dedicados a esta temática sendo contribuições que extravasam o campo restrito da arquitetura. O primeiro, pela Antropóloga Maria Assunção Gato, aborda a Casa como espaço privilegiado de expressão identitária e de representação social, desde a sua localização até aos objetos decorativos que a casa expõe às restritas visitas. O segundo artigo, pelo arquiteto Sérgio Silva e pelo matemático Francisco Blasques, desenvolve a possibilidade de incorporar, no processo de criação de um projeto, uma consulta pública, em formato de questionário online, para mapear as preferências individuais de possíveis utilizadores antes de as materializar em construção. A Casa surge neste projeto de mapeamento, Arquimetria, como exemplo experimental de um possível sistema ainda em processo que alia a Estatística à Investigação em Arquitetura e, potencialmente, à prática em Arquitetura.

Entrevista

INÊS LOBO

Eu entrei para a Escola do Porto e isso começa por ser a coisa mais marcante do meu percurso académico. Infelizmente, tive que me vir embora ao fim de um ano, por razões familiares. Mas tive a sorte de apanhar um conjunto de professores dos quais ainda hoje sou amiga…

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Número 02

Verão 2013

Editorial

Durante a Guerra Fria, o mundo foi subdividido em três categorias diferentes que agrupavam países consoante a sua aliança: Primeiro Mundo (Estados Unidos, Europa Ocidental, Africa do Sul e Austrália), Segundo Mundo (União Soviética, Japão e Cuba) e Terceiro Mundo (Africa, Médio-Oriente e América do Sul). Esta denominação foi alterada com a queda da União Soviética para uma distinção económico-social que continuava a dividir o mundo em três partes mas agora como Países Desenvolvidos, Países em Vias de Desenvolvimento e Países Subdesenvolvidos. Atualmente, embora nenhuma destas divisões seja consensual entre as diversas organizações mundiais, todas se regem por diferentes indicadores estatísticos que estabelecem diferentes relações (económicas, sociais, humanas, politicas) entre países – o que inevitavelmente nos leva a significações como Países Desenvolvidos e Países Emergentes. Nos dias de hoje a lista de Países Emergentes do FMI (Fundo Monetário Internacional) incluí cerca de 150 países, desde a Etiópia e o Iémen à Croácia e ao Brasil.

Os países com economias emergentes são e serão sempre terreno fértil para novas propostas, novos projetos, possibilitando a concretização de muitas hipóteses teóricas e até projetos, que à partida, pareciam muito difíceis de viabilizar. Nos últimos vinte anos temos assistido, a nível mundial, ao desenvolvimento e crescimento económico de vários países – a China, os Emirados Árabes Unidos, e mais recentemente, Angola e o Brasil, entre outros – e acompanhando esse mesmo crescimento esteve sempre a possibilidade de se concretizar um sem número de projetos e propostas para um século novo…

Num momento em que maior parte dos nossos arquitetos estão a emigrar, ou a trabalhar a partir de Portugal para países emergentes, propusemos neste número abrir o debate  adiado sobre o tipo de atuação dos Europeus em países emergentes e também sobre o tipo de encomenda feita a partir de lá, ou seja, sobre o tipo de interesse, desses mesmos países emergentes na atuação dos profissionais emigrantes ou profissionais em modo de “controlo-remoto”. Para uma nova geração de arquitetos, liberta do passado colonial, o desafio pessoal de trabalhar em países, onde poderão ter até a língua em comum, alia-se à oportunidade profissional de ver os seus projetos construídos. No entanto, ainda que – tal como refere José Adrião na entrevista deste número – os jovens arquitetos se encontrem bem preparados, do ponto de vista técnico e conceptual, na hora do confronto com a realidade, surgem muitas dúvidas e questões: que arquitetura fazer nestes contextos e como? A atuação que é esperado do arquiteto é a de profissional “estrangeiro”, agente da modernidade, ou antes de um profissional que integra modelos e promove continuidades? Como se ultrapassam as barreiras existentes (linguísticas, culturais, técnicas e inclusive a própria escala dos territórios)? Como tirar partido de tudo aquilo que pode ser inovador e potencialmente interessante em territórios em construção?

Curiosamente, os artigos recebidos pela estudoprevio.net estão em sintonia e descrevem e refletem sobre um tipo de atuação mais participado e colaborativo como método de projeto. Tanto o arquiteto Luca Astorri, que atualmente colabora com ONG em países como o Brasil e a Nigéria, como o arquiteto Paulo Moreira, em Angola, e como a arquiteta Raquel Henriques defendem o trabalho de campo e a como a melhor maneira de conhecer realmente o território e os seus habitantes e veem nessa mesma atuação o melhor processo de projeto, ao contrário do normal procedimento, assente no processo plano urbanístico/arquiteto/projeto encomendado ou concursado.

No final, teremos sempre territórios construídos. Resta saber como.

Entrevista

JOSÉ ADRIÃO

Entrei para a universidade em 1984, para o curso da Universidade Técnica de Lisboa. Lembro-me perfeitamente do primeiro dia em que entrei para a Escola de Belas Artes, sair do metro no Rossio e subir a Rua Garrett. Estudar no Chiado foi um privilégio…

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Número 01

Inverno 2012

Editorial

Por volta dos anos 80, em Portugal, seguindo uma tendência que já era observável em muitas cidades europeias, assistiu-se à mudança de paradigma de atração das cidades, passando da fase centrípeta (onde a cidade atraía as pessoas para o seu centro) para uma fase centrífuga (onde a cidade se expandiu num movimento horizontal e disperso).Desde então, até aos dias de hoje, verifica-se que muitos desses subúrbios cresceram sem plano e sem nenhuma ambição de ordenamento do território, o que resulta num território expandido, disperso e descoordenado.

Apesar do esforço de algumas iniciativas para a resolução de várias zonas periurbanas, a verdade é que a maior parte resultou em arranjos pontuais de algumas cidades médias e não apontou nenhuma resolução para a desconectividade dos vários polos suburbanos, ainda dependentes da cidade-mãe. A figura do planeador – seja ele urbanista ou arquiteto – está frequentemente distante de qualquer discussão sobre os subúrbios, resultando na produção de instrumentos de gestão territorial sem “conceito”, o que resulta numa sobreposição de instrumentos que não ajudam a resolver efetivamente os problemas, criando contradições crescentes. Mesmo em termos de produção arquitetónica, são poucos os arquitetos autores que recebem encomendas situadas nos subúrbios, gerando um mito profissional de que “não dá para fazer nada de jeito” sem ser nas cidades – excluindo, é claro, casas de férias ou de fim de semana, em espaços bucólicos.

Neste contexto, o alargamento da discussão, e a possível desmistificação dos subúrbios,é dificultado pela ambiguidade e dispersão que o conceito é capaz de assimilar. O subúrbio tornou-se uma palavra capaz de integrar e significar espaços completamente díspares como o bairro segregado(r), a periferia, os limites da cidade, os bairros-dormitórios, as zonas industriais, cidades-satélite, arrabaldes, garden-cities, cidade informal, não-lugar, ou, territórios peri-urbanos.

De um modo geral e aglutinador, podemos afirmar que a palavra subúrbio augura algo impreciso, em processo de se tornar tangível e reconhecível; algo que ao longo dos anos foi sendo utilizado para arrumar uma série de territórios indefinidos, ou que estavam a começar a ser entendidos; algo que é difuso e complexo. Porém, temos de enfrentar estes novos territórios, com uma proatividade positiva, procurando novos conceitos operacionais e aprofundando o nosso conhecimento das diferentes situações reais, para que possamos compreender melhor os vários tipos de subúrbios, e atuar sobre eles da melhor maneira possível.

Esperamos que este número UM do Estudo Prévio seja um começo para o debate em torno desta extensa problemática que vagueia no inconsciente de todos nós e que se consiga transformar os subúrbios em territórios férteis que promovem soluções para o “bem-estar e bem-ser” do ser humano.

Entrevista

MANUEL VICENTE

Já lá vão mais de 50 anos. Devo ter entrado para Belas Artes em 53 ou 54, não me lembro bem. Eu sempre andei em colégios, morávamos na Parede, portanto andei sempre na Parede…

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Número 00

Verão 2012

Editorial

A prática em Arquitetura está intrinsecamente ligada à vida na Terra, às suas variações climatéricas, aos diferentes estados de desenvolvimento de cada população e a cada uma das suas especificidades locais e mundiais. E é deste ponto de vista que nada se exclui da prática em arquitetura.

Também a CRISE virá influenciar o modo de pensar a Arquitetura em geral, assim como já tem alterado o modo de agir do arquiteto perante os diferentes desafios que lhe são colocados atualmente. Cada vez mais, fora da mainstream, vão surgindo novos princípios e sistemas complexos que exploram maneiras alternativas de nos posicionarmos perante o desequilíbrio do sistema que todos se tinham esquecido que era frágil – o sistema capitalista. Fora do sistema que cria arquiteturas da imagem através de formalismos demasiados dispendiosos para serem suportados durante um período de tempo alargado, são levantadas questões e encontradas soluções capazes de colocar a prática contemporânea que conhecemos em xeque-mate. De modo algum podemos deixar passar esta oportunidade para olhar para o lado e partilhar conhecimentos sobre outras realidades, outras práticas, outras maneiras de pensar e de agir, de modo a conseguir colocar melhores questões e encontrar melhores soluções.

Terá o arquiteto poder para ajudar a resolver alguma CRISE? Que mudanças poderão ser propostas e que outras serão inevitáveis? Mas afinal que CRISE vivemos hoje?

Começamos esta série de publicações com o tema mais debatido nos dias de hoje – a CRISE – e para dar início ao debate e partilha de conhecimento, convidámos a participar com os primeiros artigos, a Dª Lia Vasconcelos – doutorada em Engenharia do Ambiente/Sistemas Sociais, mestre em Arquitetura e Planeamento Regional e Urbano e coordenadora de diversas iniciativas de participação colaborativa na governância política – e o atelier equatoriano Al Borde – que tem desenvolvido o seu trabalho à volta da utilização sustentável dos recursos, da redução de gastos supérfluos na construção, da utilização de sistemas de entreajuda comunitária e do retorno à noção primitiva do habitar o planeta.

Temos, assim, duas abordagens: a do atelier para quem as novas dificuldades são o motor para novas abordagens; e a que defende que o caminho que nos trouxe até aqui não é aquele que nos permitirá avançar, nem encontrar respostas inovadoras. As duas encontram-se na criação de comunidades de prática que resultam da integração de vários tipos de saberes, formais e informais, na busca da solução mais adequada para cada crise, ou situação.

Paralelamente convidámos o arquiteto Manuel Graça Dias para uma conversa nos estúdios da U.A.L., onde pudemos saber mais um pouco sobre o seu percurso como aluno, professor e arquiteto, e através da mesma entrevista acabámos por falar da educação falhada que resulta em alunos insensíveis e acríticos e da falta de flexibilidade do Estado para desenvolver sinergias positivas – em resumo, sobre as várias crises do país e da soma de todas na atual CRISE em que vivemos.

Entrevista

MANUEL GRAÇA DIAS

No Liceu tive um professor muito interessante, muito forte, muito marcante, o Pintor António Quadros, que foi parar a Moçambique, onde eu estava nessa altura, e foi nosso Professor de desenho…

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